
A Covardia dos bolsonaristas Traidores da Pátria
A covardia é uma das características mais marcantes dos traidores da pátria. Não por acaso, quando o castelo do mal começa a ruir, eles se vitimizam de maneira humilhante. Enquanto a esquerda enfrentou a ditadura de forma heroica, os golpistas da extrema direita, em plena democracia, não param de chorar e forjar perseguições.
Imaginem se Bolsonaro, Bananinha e demais golpistas tivessem que enfrentar a repressão implacável dos centros de tortura da ditadura, onde muitos morreram e foram desaparecidos. Resistimos porque sempre estivemos do lado certo da história em defesa da democracia. Já os golpistas sabem que cometeram crimes gravíssimos e terão de acertar as contas com a justiça. Eduardo Bolsonaro, covarde que é, fugiu para os EUA, onde continua conspirando contra o Brasil.
Se Jair Bolsonaro tivesse ido à posse de Trump nos EUA, teria adotado a mesma postura degradante do filho. A atitude covarde do inelegível é completamente oposta à de Lula, que, consciente de sua inocência, enfrentou a justiça de frente. Mesmo preso, manteve a altivez e afirmou: “Fico preso 100 anos. Não troco minha dignidade pela minha liberdade”. E o que dizer de Dilma? Presa e torturada, nunca delatou um companheiro e jamais fugiu da luta.
A denúncia da PGR contra Bolsonaro e mais 33 comparsas por tentativa de Golpe de Estado é contundente. Até as pedras sabem que, numa democracia, quem comete esse tipo de crime não pode sair impune. A pá de cal veio no último domingo, no Rio de Janeiro, onde o ato esvaziado dos golpistas mais pareceu um enterro político do clã Bolsonaro.
Diante de todas as derrotas nas inúmeras tentativas de golpe dos extremistas, Bananinha abandonou o pai à própria sorte. Lições de casa que um dia cobram seu preço.
Josias Gomes – Deputado Federal do PT/Bahia
Vice-líder do PT na Câmara
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