
Garimpeiros ilegais subornaram militares do Exército para poder explorar território Yanomami
Em matéria bombástica, a Folha de S.Paulo traz à tona o envolvimento de militares pagos com dinheiro do garimpo ilegal que exploravam o território Yanomami. A reportagem da Folha foi baseada em dois relatórios preliminares de inteligência da Funai (Fundação Nacional dos Povos Indígenas) feitos em 2019 no início do governo de Jair Bolsonaro (PL).
Bolsonaro sempre defendeu a exploração em terras indígenas e nunca escondeu o seu ódio aos povos originários. Em Roraima fica a maior parte do território Terra Indígena Yanomami, que segundo o Ministério Público Federal, tem mais de 20 mil garimpeiros atuando de maneira irregular. Esses criminosos, junto com o abandono do desgoverno, produziram a situação calamitosa contra os indígenas.
Diante dos fatos, não há outra conclusão: o genocídio premeditado que aconteceu contra o povo Yanomami tem as digitais do ex-presidente sanguinário e a ala podre do Exército. Os garimpeiros ilegais tinham carta branca para poluir rios, desmatar florestas, subornar militares e matar os povos originários em nome do ouro sujo de sangue. Cadeia neles, SEM ANISTIA!
Josias Gomes – Deputado Federal do PT/Bahia
Se concorda, compartilhe!
📌 Siga:
Instagram https://instagram.com/josiasgomes1312
Facebook https://www.facebook.com/josiasgomespt
Deixe um comentário