
Com a palavra, o Procurador-Geral da República, Paulo Gonet. Sem Anistia!
No conjunto de provas apresentado pela PF/PGR, destaca-se a operação “Punhal Verde e Amarelo”, que tinha como objetivo assassinar o presidente Lula, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro do STF Alexandre de Moraes.
Bolsonaro e sua defesa tentam transmitir à opinião pública a ideia de que todo o roteiro golpista se resume aos ataques do 8 de janeiro — que, por si só, já constituem um crime gravíssimo. Contudo, o plano foi muito mais além: planejaram assassinar as maiores autoridades do país. Imagine o que fariam com cidadãos comuns após instaurar uma ditadura.
Sobre a materialidade da tentativa de golpe no Brasil, veja o que diz o renomado jurista Pedro Serrano:
“As defesas, diligentes e tecnicamente muito competentes, levantam questões formais sobre a validade do processo, negam a autoria de seus clientes e apresentam outros argumentos oportunos. Nenhuma, porém, negou o fato de que houve uma tentativa de golpe no Brasil. A materialidade do delito é de impossível refutação. Parabéns à Polícia Federal pela sua investigação histórica!”, concluiu Serrano.
Diferentemente de regimes de exceção, na democracia, os denunciados têm amplo espaço para defesa — e que assim seja durante todo o processo legal. A Justiça há de provar, de forma cabal, que Bolsonaro e seus cúmplices:
● Tentaram dar um golpe de Estado;
● Promoveram um ataque violento ao Estado Democrático de Direito;
● Formaram uma organização criminosa armada;
● Provocaram dano qualificado e destruição de patrimônio tombado.
A Justiça será feita!
#BolsonaroNaCadeia #SemAnistia
Josias Gomes
Deputado Federal do PT/Bahia
Vice-líder do PT na Câmara
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